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P. S. Eu Te Amo




Afinal, existe amor além da vida? Não, não estamos falando de “Ghost”, mas de “P. S. Eu te Amo” (2007), com Gerard Buttler (Gerry) e Hilary Swank (Holly). Um casal perfeito, feliz, jovem e saudável, acometido por uma tragédia: a doença e morte de Gerry (Buttler). No entanto, o tempo de agonia serviu para que ele arquitetasse um plano para continuar ao lado dela por mais algum tempo. Através de um vídeo-tape e cartas periódicas, vindas pelo correio, com dicas a respeito de como viver a vida sem ele. Seria como se o carteiro do além.

Normalmente, os homens se veem no galã da história. Neste filme, logo de cara o vem à mente o poema “E se eu morresse amanhã”, de Álvares de Azevedo. É a expressão máxima do lema que diz: “até que a morte os separe”. Este contato com os limites da existência eleva ao limite a cumplicidade dos românticos.

“P. S. Eu te Amo” pede algumas caixinhas de lenços de papel, já que a emoção pode irromper indomável diante de um típico final feliz feito em pedaços logo no princípio. Gerry está presente durante todo o filme. Suas cartas a Holly continuam a chegar como lembranças vivas de um amor que o tempo jamais devolverá ao remetente. É um processo lento de redescoberta da vida, a prova de que o amor pode significar abrir mão de si em nome da felicidade de quem fica e paz de quem se foi.

P. S., ou “Post Scriptum”, em latim, significa: o que foi escrito depois do fim da carta. Assim, assistir o filme ao lado do seu amor mostrará o quanto significa o amor depois do fim, o amor que precisa ser recomeço para que não deixe de ser eterno.

Emerson Batista

10 comentários:

Andressa disse...

Eu assisti a este filme em janeiro de 2008. O meu amor estava ao meu lado, mas eu ainda não via - assim como ela, no filme.

Se foi escrito algo depois, não existe fim.

Poeta Da Colina disse...

Esse filme é muito bom. É importante lembrar as pessoas do amor, principalmente quando se parte.

Michele disse...

Oi. Tem presentinho pra vc lá no Blog.

Teu Blog é Digno de Ser Lido

http://michele-dos-santos.blogspot.com/2010/11/re-muito-obrigada.html

Cristiano Melo disse...

caro Emerson,
primeira vez em seu blog e primeiro comentário. Percebi o quanto gosta de cinema,e eu sou um cinéfilo de carteirinha. No filme em questão, os amores são eternos, e o quanto dura a eternidade? É a pergunta que me vem, uma vez que, eliminando o fator Tempo, então o amor é! "viajei" muito? Quem sabe. Assisti-o sozinho como de hábito, mas realmente seria melhor acompanhado

Boa dica

abraços

Intensa*** disse...

Ola,
tem desafio pra vc em meu blog

Kayana Luz disse...

Emerson, muito bonita sua resenha. Eu já havia assistido a este filme... Muito lindo mesmo...
Outros do mesmo estilo e com mensagens tão bonitas quanto: "Um Amor para Recordar" e "Antes que termine o Dia..." Vale a pena conferir...

Bjks...
(Adoro seus tweets)

Cristine Lima disse...

Olá,
Gostei demais do seu blog. Você fala dos filmes como se os tivesse escrito... Você já viu o filme com o título em português "nunca te vi sempre te amei"? É lindo demais e é sobre um amor onde eles não se conheciam mas se comunicavam por cartas, em uma época em que ficavámos no portão esperando o carteiro chegar...
Estou te seguindo.
Abraço,

Inez Freitas disse...

Eu amo este filme. Toda vez que vejo eu choro. Escolha perfeita.

Inez Freitas disse...

Eu amo este filme. Toda vez que vejo eu choro. Escolha perfeita.

Ana Marques disse...

Choro.

Do começo ao fim.
Nesse filme só sei chorar

pra, bem no final, sorrir.

:)

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