Intactas nos lábios arredios,
E agora nestes versos que te fiz,
Voaram do meu corpo em calafrios.
Te busco em sonho, brisa sorrateira,
Ainda vejo teu sorriso, amor.
Ninguém se dá pela metade inteira,
Se ainda finge ser feliz na dor.
Assim, em verso inteiro me arremesso
E nada mais que amor aqui te peço,
Que possa o meu versinho te encontrar.
Te vejo no horizonte belo e imenso,
Ă€s margens deste rio do pensamento,
Que longe a correnteza foi buscar.
E agora nestes versos que te fiz,
Voaram do meu corpo em calafrios.
Te busco em sonho, brisa sorrateira,
Ainda vejo teu sorriso, amor.
Ninguém se dá pela metade inteira,
Se ainda finge ser feliz na dor.
Assim, em verso inteiro me arremesso
E nada mais que amor aqui te peço,
Que possa o meu versinho te encontrar.
Te vejo no horizonte belo e imenso,
Ă€s margens deste rio do pensamento,
Que longe a correnteza foi buscar.

6 comentários:
Lindo e singelo, como um amor juvenil,Lindo, lindo demais!
Olá, Emerson.
Estou aqui para retribuir a visita que fez ao Lepárido e fico feliz ao ver tamanha qualidade em poesia.
Parabéns pelos seus textos. Visitarei mais vezes.
Grande abraço.
Maravilhoso!
Semeio Amor pelo caminho que eu mesma faço, com acertos, erros, consertos, perdas. Refaço.
Dou-me por inteiro, às vezes algo trinca dentro de mim, fico aos pedaços.
DĂłi imensamente.
Lágrimas transbordam, mas realimentam, encorajam-me a nunca desistir.
Amor/Vida sempre o Motivo.
Aqui sĂł vejo e sinto Amor*
Obrigada, Poeta.
Beijos,
Renata
Muito prazer!
Muito lindo os poemas, adorei. Toca o coração e meus pensamentos.
Agradeço você permitir Eu ler
Com meu carinho,
Adelle 'Isha
Olá, Emerson querido*
Passo para lhe deixar este poema, e desejar Feliz 2010, com muito Amor.
Beijos,
Renata
PONHO-ME A ESCUTAR...
“NĂŁo sei por que desejo chorar
Será pelo pesar que escondo,
Talvez pela minha infinita sede de amar.”
RamĂłn LĂłpez Velarde
Ponho-me a escutar, atenta, o peito,
Como o mar escuta a margem
Ouço meu coração bater, sangrando,
Sempre e jamais igual.
Sei por quem bate assim, mas nĂŁo posso
Dizer por quem Ă©.
Se dissesse a fantasmas
De palavras, enganos, ao acaso,
Chegaria, tremente de surpresa,
A inventar a verdade:
Quando fingi querer-te, nĂŁo sabia
Que já te queria.
Vim agradecer a visita,
e belo soneto encontro por aqui!
aliás,
nossos sonetos dialogam, de certa forma, nĂŁo achas?
um abraço,
Talita.
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